sexta-feira, 1 de março de 2013

Dilma X Figueiredo


   Arquivo 21/10/2010: O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como
preferir) que um filho seu não foge à luta. Tanto Serra como Dilma eram militantes
estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes, resolveram
dar o mais besta dos golpes militares da desgraçada história brasileira. Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico brasileiro, colocaram o rabinho entre as pernas e foram para o Chile, França, Canadá,Holanda. Viveram o status de exilado político durante longos 16 anos, em
plena mordomia, inclusive com polpudos salários. Foi nas belas praias do
Chile, que José Serra conheceu a sua esposa, Mônica Allende Serra, chilena.
  Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em
nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas,
sofreram prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para
que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.
  Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da solidariedade
e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou ninguém, ao contrário do
que informa vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.
  Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor. Somente
por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff guerreira, já me bastam
para definir o voto na eleição presidencial de 2010. Detesto fujões, detesto
covardes! [Pedro Bial, jornalista.]

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  “Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em
nosso Hino Nacional.
  Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.”
  [Pedro Bial e BBB ... tudo a ver]

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   Para quem conhece a historia do Brasil sabe que não foi bem assim, este bando de aloprados da guerrilha não influenciaram em nada e não conseguiram nada, foi só terrorismo mesmo cheio de “boas intenções”.
  Se eles fossem vitoriosos teríamos nos tornado uma Cuba, China, ou URSS.
[com muiiita liberdade de imprensa...acredite se quiser!]
  Até hoje eu ainda fico surpreso com estas “injustiças históricas” quem promove realmente uma mudança é demonizado e “aloprados” são endeusados.
  Quando Figueiredo assumiu a Presidência disse que faria deste país uma DEMOCRACIA, um Lula só existe hoje porque um Figueiredo foi extremamente TOLERANTE.

  Em termos de democracia não devemos absolutamente NADA aos guerrilheiros, por incrível que pareça tivemos sorte em ter um FIGUEIREDO.



  Mas isto não ocorre só no Brasil, na URSS Gorbachev foi um herói da democracia e o povo o demonizou entregou a país a um bêbado e depois a uma panelinha da KGB que esta no poder até hoje.

  Quando vejo os aloprados chegando ao poder e os heróis da democracia sendo relegados ao esquecimento e tornados vilões um pensamento grita para sair…

ESTAMOS NO INFERNO!




1 -  Em 1974 (Governo Geisel), os militares permitem a propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio.
  O Movimento Democrático Brasileiro (MDB)

2 -  Em 15 de março de 1979, Figueiredo, o último dos generais no poder, assume a Presidência da República (1979-1985).
  Assumiu jurando fazer do Brasil uma democracia.
  Ficou famoso pela sua frase, ao ser questionado sobre a abertura política:

 "É pra abrir mesmo. Quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento!"

  Em 28 de agosto de 1979 é sancionada a lei 6683, que concede Anistia aos cassados pelo regime militar. A lei também concedia anistia aos membros do governo acusados de tortura.

  SABEM PORQUE O GOVERNO MILITAR QUEBROU?

  Estatizou demais a economia, isso não deu certo em nenhum lugar.

  “Foi durante o regime militar (1964-1985) que a estatização da economia experimentou seu maior incremento, com a criação pelos governos federal e estaduais de um grande número de empresas estatais, que, por sua vez, criavam subsidiárias.
  Isso tornava difícil até quantificar seu número exato, sendo certo que se aproximavam de 500.”  




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