segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Conversando com Mortos

“Como o anda interessado na conversa desse Bernard Shaw!” [Nihil]
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 Não é bem que eu esteja interessado.
 O GD do Terra foi o que fiquei mais tempo e foi possível testar muitas teorias, foi possível também uma “autofilosofia” muito intensa.

 Nós temos uma visão de nós mesmos, mas é interessante nos aproximarmos de como as pessoas a nossa volta nos vêem.

 Já disse inúmeras vezes que a vida não é exata então nunca vamos nos conhecer totalmente e nem saber exatamente como as pessoas nos vêem, a lógica sugere que para termos uma equação eficiente não podemos nos perder infinitamente nas casas depois da virgula, mas quanto mais avançarmos nelas mais nossos cálculos serão precisos nos dando suporte para melhores DECISÕES.
 Sentia no GD que as pessoas não entendiam muito bem quando eu dizia que conversava com os mortos.
  No GD não era possível montar uma seqüência, estruturar muito bem o pensamento, principalmente devido as “pichações” que empurravam temas relevantes lá para debaixo do debate.
 Aqui no Blog estou reproduzindo minhas conversas com meus “amigos mortos” e também com os “colegas mortos” [aqueles como o senhor Shaw que no geral pensam diferente de mim].
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 Esses dias [03/04/2011] fiquei emocionado, um e-mail disse do enorme prazer em conhecer meu amigo Benjamin Franklin e que passava a ser seu amigo também.
Creio que esta dando para perceber o quanto as “conversas” são intensas, talvez as pessoas me enxerguem um pouco menos louco... [ou enlouqueçam também]
 Não estou tirando dos textos nem os “pensamentos selvagens”, aqueles que cortam minha mente durante a conversa, percebi que são eles que me mantém conectado com a realidade, que me impedem de viver como um zumbi, por incrível que pareça são uma espécie de guardiães da minha sanidade.
 Mas é lógico que os textos são “filtrados”, nem tudo posso escrever e se escrevo em seguida retiro.
 Depois do Bernard Shaw escolherei um outro pensador para nos fazer companhia.


 Quando eu lia sobre um pensador eu me concentrava apenas nele, não ficava lendo vários livros ou pensadores ao mesmo tempo, eu realmente entro no seu mundo, quanto mais ficou registrado de sua obra mais é possível conversar com ele.


 Quero deixar registrado que acho Bernard Shaw um pensador respeitável, ele pelo menos pensa, o que mais encontro são pessoas deixando que os outros pensem por elas.
 Como vês, concordo em grande parte com o que disse Shaw, AS PESSOAS PENSAM POUCO.