quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Quem quer Emprego?

  “A pobreza não é necessariamente vergonhosa, mas há muito pobre sem vergonha.” [Millôr Fernandes]

      
  “Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, três procuram emprego e não encontram e

44 NÃO TRABALHAM NEM PROCURAM EMPREGO.


   É considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%): 3% / 56% = 5%. Quem não procura (44%) tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística feita pelo governo brasileiro. O mesmo conceito vale no mundo inteiro. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na estatística de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem.”  [Isto É]  

  Nos tornamos uma nação de Seu Madrugas?
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  SEGUNDO A DILMA O BOLSA FAMÍLIA ATENDE 56 MILHÕES DE PESSOAS.
  (Na campanha eleitoral)

  Considerando que cada família tem em média 4 membros ficamos com 14 milhões de famílias atendidas
  Vejam que estranho:

  Quem pode se beneficiar do Bolsa Família?

  A população alvo do programa é constituída por famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. As famílias extremamente pobres são aquelas que têm renda per capita de até R$ 77,00 por mês. As famílias pobres são aquelas que têm a renda per capita entre R$ 77,01 a R$ 154,00 por mês, e que tenham em sua composição gestantes, nutrizes, crianças ou adolescentes entre 0 e 17 anos.

   Sabemos que o salário mínimo é R$724,00

    Em uma família de 4 pessoas onde só o pai trabalhe a renda per capita é 181 reais [724 dividido por 4].
  Essa família não teria direito ao Bolsa Família.
  Mesmo com o desconto do SUS a renda ainda ficaria acima.

   Se a esposa do casal trabalhar então pela classificação do governo eles são classe média.

   LOGO, EM GERAL, PARA RECEBER O BOLSA FAMILIA O CIDADÃO TEM QUE ESTAR DESEMPREGADO.

   Vamos supor que 4 milhões de famílias tenham mais de 2 filhos...ainda ficamos com 10 milhões de desempregados.
  Nessa família não tem ninguém empregado com carteira assinada ganhando ao menos o salário mínimo.
  [Estou indo bem devagar para que muitos possam acompanhar o raciocínio]
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   Aceitando a provocação de Millôr deduzimos fácil que ela faz sentido, há muito pobre sem vergonha.
  Acredito que o cidadão evita um emprego formal, vive na informalidade onde pode até ganhar mais que um salário mínimo [mendigos, pedreiros, cabeleireiras...ladrões]
 E assim tem o dinheiro do bico mais o do Bolsa Família.

  UM GOVERNO ESTELIONATÁRIO PARA UM POVO ESTELIONATÁRIO!?

  Quer mais provocação?

  RECEBER BOLSA FAMÍLIA É EMPREGO?

 “Decifra-me ou te Devoro!”



 OBS:  Deixo claro que sou a favor do Bolsa Família só não quero que ele seja usado por... “espertinhos”.
  Se você gosta de ser otário é um direito seu, respeite o meu direito de tentar evitar essa situação.
  Saudações DEMOCRÁTICAS!


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  QUANDO UMA PESSOA É CONSIDERADA DESEMPREGADA?

   Pessoas sem trabalho na semana da pesquisa, mas que estavam disponíveis para assumir um trabalho nessa semana e que tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho nos últimos 30 dias, sem terem tido qualquer trabalho ou após terem saído do último trabalho que tiveram nesse período.

"% Desemprego" = "Pessoas Desempregadas" / "Pessoas Economicamente Ativas"

  No entanto essa metodologia é considerada incorreta e parcial por alguns economistas por subestimar o desemprego real no Brasil.

  A mudança dos parâmetros do IBGE em 2002 tem suscitado dúvidas se esses dados não estão sendo MAQUIADOS.

  Considerar trabalhadores não remunerados como empregados e aqueles que desistiram de procurar um emprego como "desalentados" modifica as variáveis do índice para baixo. Parte dos beneficiários do Bolsa Família que decidem viver exclusivamente do benefício são classificados como Pessoas não Economicamente Ativas não entrando na conta do desemprego.

 PESSOAS QUE RECEBEM O SEGURO DESEMPREGO NÃO SÃO CONSIDERADAS PELO IBGE DESEMPREGADAS MAS "DESALENTADAS".


  Com base nesses dados o analista Leandro Roque chegou ao resultado de um DESEMPREGO REAL NO BRASIL DE 20,8% frente aos 5,3% medidos pelo IBGE e aos 10,5% do DIEESE todos medidos em outubro de 2012. [Wikipédia]

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