sexta-feira, 6 de março de 2015

Brasil e Argentina nações de “NÓIAS”

“Brasil e Argentina parecem dois bêbados cambaleantes a cabecear nos postes.
  Só que, enquanto a Argentina parece estar a caminho da economia de mercado, o Brasil parece estar de volta ao bar.”
  [Roberto Campos]

*Nóias na linguagem da polícia significa drogados.


  Campos deve ter dito isso na década de 80, hoje as coisas mudaram, Brasil e Argentina estão juntos no boteco, enchendo o rabo de socialismo...HAHAHAHAHAHAHAHAH!
  [Foram além do álcool, fumam pedras de crack, economias zumbis]

 “Mas por que na Argentina a distribuição de renda é mais justa?
   O Salário mínimo lá há muitos anos é superior ao Brasil supera os 600 dólares.”
[Comentarista no G+]
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  Ditadura não é necessariamente má, depende de quem é o ditador ou a oligarquia dominante.

  Vejam o caso do Chile, Pinochet foi um ditador “bom administrador”.

  “O sucesso da economia chilena tem origem na política de austeridade fiscal implantada na ditadura de Augusto Pinochet, e que foi mantida durante o processo de redemocratização.

  Além de prever uma menor participação do estado na economia, tal política tinha como pilar a realização de altos superávits com o objetivo de acumular reservas para períodos de crise.

  As exportações de cobre, responsáveis por 40% do PIB chileno, tiveram papel crucial nesse modelo. Com o boom das commodities no início da década de 2000, o governo chileno criou fundos soberanos para administrar as receitas trazidas pela estatal de cobre, a Codelco.” 
[Veja]    

  Mas como latinos se orgulham da ineficiência, o povo do Chile democraticamente está optando pelo socialismo e sabemos no que vai dar se persistirem nesse caminho, no futuro não muito distante serão um Brasil de hoje ou coisa pior.



  A ditadura no Brasil não foi muito eficiente, o regime militar deixou créditos podres a perder de vista, uma dívida de mais de 1 Trilhão que o governo FHC conseguiu diminuir e o PT colocou tudo a perder.
 
  Os ditadores argentinos foram melhores administradores, mas faz anos que os argentinos não elegem bons administradores, eles ainda colhem os frutos do passado assim como o Brasil ainda colhe os frutos do plano Real.

  As pessoas não entendem que para o bem ou para o mal na MACRO ECONOMIA a maioria das coisas que você planta demoram para dar frutos.
  As principais falhas administrativas do governo Lula começaram em 2007 quando o povo brasileiro generosamente fechou os olhos para corrupção e ele se sentiu à vontade para ações populistas no afã de quem sabe ser o Hugo Chaves do Brasil.

  Dilma poderia ter corrigido os rumos em 2011, mas ou fez tudo que seu mestre mandou ou tinha as mesmas ideologias esquerdistas e populistas... eu acredito que foram as duas coisas.

  Vejam bem, o que começou a ser plantado em 2007 veio estourar mesmo em 2015.
  Em 2014 os ajustes já se faziam urgentes, mas na gana de se perpetuar no poder aplicaram o conto do vigário em todo mundo, mas a bem da verdade só caiu quem é muito fanático ou alienado.

  Agora não tem jeito, vamos pagar com juros e correção monetária um endividamento que não precisávamos ter feito.
  Na o se iludam, não tem fórmula mágica.
  Se fizermos os ajustes necessários só a partir de 2016 nossa economia terá uma resposta mais positiva.
  Se não fizermos os ajustes podemos perder toda uma década ou mais.
  Quem sabe daqui uns dez anos surja algum brasileiro que respeite as leis de mercado e consiga ser eleito.

  Porque a Argentina tem melhor qualidade de vida que o Brasil?

  Reduzindo ao mínimo possível eu destacaria duas coisas traçando um paralelo.

  Ressaltando que se Brasil e Argentina tivessem optado pelo Liberalismo Econômico provavelmente hoje seriam países de primeiro mundo.


  “Em 1946 a candidatura formada por Perón e Quijano ganhou as eleições de 1946 com 52,4% dos votos, exerceu o seu mandato durante 6 anos. Ao início do mandato, o novo governo herdou uma grande quantidade de reservas internacionais, mas uma economia interna descapitalizada. Seus objetivos eram aumentar o emprego e crescimento econômico, a soberania internacional e da justiça social.
  Ele nacionalizou os bancos e ferrovias, o Banco Central e algumas companhias de eletricidade, a indústria cresceu e as importações foram regularizadas.
Internacionalmente, declarou uma "terceira via" entre as potências da Guerra Fria e tinha boas relações diplomáticas com ambos os Estados Unidos e a União Soviética.
   No campo trabalhista, assim como Getúlio Vargas e outros líderes, deu aos trabalhadores vários benefícios, aumentou o salário dos trabalhadores, concedeu 13 salários por ano, folgas semanais, redução da jornada de trabalho, aumento do salário mínimo, aposentadoria, férias remuneradas, seguro médico e cobertura para os acidentes de trabalho.
  O emprego e os salários cresceram.
  Com o aumento no salário houve um grande aumento no consumo: as vendas de fogões aumentaram 106%, de geladeiras 218%, de calçados 133%, de discos fonográficos 200% e de rádios 600%, incentivadas por programas redistributivos do governo e de crédito barato.
   Entre 1945 e 1948, a economia cresceu a um recorde de 8,5% ao ano, enquanto os salários reais cresceram 46%.
Em 1952, o governo peronista decide pagar totalmente a dívida, o país devedor de $12.500 milhões tornou-se um credor de mais de $ 5.000 milhões.
   Ele deu um forte impulso para a construção de novas agências e a expansão da rede ferroviária, que já contava em 1954, com mais de 120 000 km.
[Wikipédia]

 Juan Domingo Perón foi “melhor” que o nosso Getúlio Vargas.

 
    Latinos creditam a Getúlio e Perón grandes avanços sociais, muitos os chamam de pai da pátria ou pai dos pobres, mas para quem conhece história sabe que eles apenas entraram em sintonia com o que já estava ocorrendo no mundo.

  Por volta de 1850 os alemães já haviam desenvolvido leis prevendo a aposentadoria.
  O primeiro regime de Previdência no mundo surgiu na Alemanha, com o Chanceler Otto Von Bismarck, que instituiu um seguro obrigatório para proteger os trabalhadores nos casos de agravos à saúde, acidentes de trabalho, invalidez e envelhecimento, custeado por contribuições dos empregados, empregadores e Estado 

  Em 1935 o presidente Roosevelt [Estados Unidos] assinou o Ato da Previdência Social, transformando-o em lei,

  Como podem observar foi o capitalismo em países desenvolvidos que elaboraram esses avanços sociais.

  Em países livres, democráticos é possível fazer reivindicações, você consegue se fazer representar e defender seus interesses.

  Tem aquele velho ditado que diz:

  A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

  A legislação trabalhista melhorou bastante nos governos Getúlio e Perón o problema é que ideologias estatizantes crescem na América Latina feito mato.
  Latinos adoram Estado paizão e um salvador da pátria.
  Então políticos populistas que prometem ser esse “salvador” que tornará o Estado provedor de tudo sempre fazem muito sucesso aqui.
  Exageram na dose e o remédio acaba virando veneno.

  Se o IDH da Argentina é bem melhor que o do Brasil ajudou bastante os militares deles terem matado muito mais comunistas...HAHAHAHAHAHAAHAHH!

  Provocativo em?

  Claro que não estou defendendo atrocidades, ainda bem que elas não aconteceram no Brasil, mas sem dúvida nenhuma se não tivéssemos tantos esquerdistas na formulação da constituição de 1988, possivelmente teríamos uma carta magna mais eficiente e menos populista.

  Estimasse que os mortos na Ditadura militar no Brasil cheguem a 400.
  Na Argentina estima-se que passou dos 30 mil.

  Leonel Brizola, Dilma, Zé Dirceu, Aloisio Nunes, Genoíno, Serra, FHC...e tantos outros provavelmente teriam sido mortos.

  Mas sou otimista, nosso governo militar foi estatizante, nossos partidos políticos são estatizantes e constatamos que o governo FHC que foi menos esquerdista [até privatizou algumas estatais] foi um dos mais eficientes que conhecemos.

  Acredito que essa geração de Brasileiros nos conduzirá ao LIBERALISMO de uma forma CONSCIENTE.



  “Brizola foi mais um desses políticos brasileiros que queriam o Estado máximo e naturalmente sob seu controle.

  Qualquer um que propusesse privatizar uma empresa estatal era chamado de vendilhão da pátria.
  Para um liberal como eu Brizola foi mais um dos inúmeros tumores malignos que apareceram na política brasileira.

  Brizola contribuiu muito para difundir no Brasil essa cultura de ódio contra a empresa privada.

  Outro caco que ele contribuiu muito para consolidar em nossa cultura é aquele pensamento que absolutamente todo ser humano é puro e bom, se ele faz algo mau como matar ou roubar é a sociedade que de alguma forma falhou com ele.

  Para Brizola os traficantes dos morros do Rio não eram bandidos eram líderes comunitários.” 



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